<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?>
<rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">
  <channel>
    <title>crítica de arte on Paper-cloud - Gerbert&#39;s archive of readings</title>
    <link>http://www.paper-cloud.net/readings/tags/cr%C3%ADtica-de-arte/</link>
    <description>Recent content in crítica de arte on Paper-cloud - Gerbert&#39;s archive of readings</description>
    <generator>Hugo -- gohugo.io</generator>
    <language>en</language>
    <copyright>Gerbert Verheij</copyright>
    <lastBuildDate>Sat, 21 Apr 2018 00:00:00 +0000</lastBuildDate>
    
	<atom:link href="http://www.paper-cloud.net/readings/tags/cr%C3%ADtica-de-arte/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml" />
    
    
    <item>
      <title>Crítica de arte em Portugal nos anos 60 e 70</title>
      <link>http://www.paper-cloud.net/readings/post/2018-04-21-quem-tem-medo-da-critica-de-arte/</link>
      <pubDate>Sat, 21 Apr 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
      
      <guid>http://www.paper-cloud.net/readings/post/2018-04-21-quem-tem-medo-da-critica-de-arte/</guid>
      <description>&lt;p&gt;De 2009, um artigo de Ana Luísa Barão com o título &lt;a href=&#34;https://digitalis-dsp.uc.pt/jspui/handle/10316.2/36548&#34;&gt;&amp;ldquo;Quem tem medo da crítica de arte?&amp;quot;&lt;/a&gt;, publicado na revista &lt;em&gt;Estudos do Século XX&lt;/em&gt; (Universidade de Coimbra). O título é um pouco ao lado, uma apropriação do título de um texto de Rocha de Sousa publicado no Suplemento Literário do &lt;em&gt;Diário de Lisboa&lt;/em&gt; de 23 de Janeiro de 1972, sem aprofundar mais o sentido da pergunta provocadora. (Deste texto só se cita a frase &amp;ldquo;A crítica é sempre destrutiva e construtiva porque é também um processo criador.&amp;quot;) O texto de resto merecia um pouco mais de atenção &amp;ndash; a autora não teve, aqui, a &amp;ldquo;consciência da palavra&amp;rdquo; que une escritor e crítico, numa frase citada de Prado Coelho.&lt;/p&gt;</description>
    </item>
    
  </channel>
</rss>