Guia de lectura sobre os fascismos
Guia bibliográfica extremamente completa sobre os fascismos, desde uma perspectiva marxista, por Sebastian Budgen na revista Période.
Guia bibliográfica extremamente completa sobre os fascismos, desde uma perspectiva marxista, por Sebastian Budgen na revista Période.
Um artigo de Tessel M. Bauduin no Journal of Art Historiography sobre a exposição Fantastic Art, Dada, Surrealism, que teve lugar no MOMA em 1936–1937 e, pelo menos para públicos americanos, foi crucial para fixar e divulgar uma leitura do surrealismo enquanto gênero “fantástico”. Bauduin discute os raízes desta identificação por Alfred Barr, que não era evidente na altura, num texto muito bem pesquisado.
Uma entrevista muito interessante com as organizadores de duas escolas de verão sobre “digital art history” (o título era “Beyond the digitized slide library”), na Artl@s Bulletin. O digital é sem dúvida um tema sem o qual não faz muito sentido pensar o futuro da disciplina, e esta entrevista é um bom contributo para nos lembrar dos impactos que o digital poderá vir a ter, além de facilidades de acesso a conteúdos digitalizados que hoje já fazem possível investigações que há uma década ainda exigiriam uma equipa e fundos consideráveis. As entrevistadas, por outro lado, são saudavelmente escépticas sobre o que de facto é possível e o que, também, se pode perder num uso acrítico de tecnologias digitais.
Textos um pouco para o confuso sobre as duas exposições de Ana Hatherly actualmente em Lisboa de Joana Consiglieri na ArteCapital: “Ana Hatherly e o barroco. Num jardim feito de tinta”, na Gulbenkian e “Ana Hatherly. Território anagramático”, na Fundação Carmona e Costa.
Texto de Helena Osório sobre o “estado da crítica de arte em Portugal num jornalismo sem espaço para a cultura,” na ArteCapital.