É uma exposição curiosa, esta da Fundación Suñol, que traça um retrato dessa figura importante mas muitas vezes pouco visível que é o galerista. A actividade de Fernando Vijande (1930–1986) começou em 1971, na galeria Vandrés, em Madrid; em 1981 abre a galeria Vijande, na mesma cidade, a cuja actividade a morte do galerista põe fim. O tempo coincide, portanto, com os tempos da transição da ditadura para a democracia em Espanha e toda a agitação cultural e artística da altura. Da censura à primeira exposição que organizou, “Eros y el arte actual en España,” em 1971, à apoteótica mostra de Andy Warhol, em 1983.
